Vivi: “Há males que vêm para o bem”. Veja a entrevista que a atleta da Seleção Brasileira concedeu em Londres ao Globo Esporte.com
Os Jogos Paralímpicos são repletos de histórias que transformaram a vida de cada um dos 4.260 atletas que competem em Londres. A da brasileira Vileide Brito de Almeida, por sua vez, foge do comum. Camisa 15 da seleção de basquete em cadeira de rodas, ela teve os movimentos das pernas afetados aos 12 anos, quando foi picada por uma cobra enquanto brincava com o irmão em Curuçá, no interior do Pará. Acidente que por pouco não a levou à morte, mas que hoje é encarado como ponto de partida para uma vida melhor. Aos 20 anos, Vivi, como é chamada, não tem problemas em admitir que a deficiência fez com que ela conhecesse um mundo fora de sua realidade antes da lesão. E um mundo mais feliz. “Acredito que há males que vêm para o bem. Tudo que Deus faz é bom. Sem o acidente, não conquistaria muita coisa do que tenho hoje. O que aconteceu me fez melhorar muito. Não consigo nem explicar o quanto tudo mudou para mim. É algo que até me emociona. Conquistei muitas coisas. Às vezes, nem acredito di...